Media Social

Linkedin – O que diz o nosso nome profissionalmente!

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Definitivamente, a linha de estudos realizados com os intermináveis dados da base de 100 milhões de utilizadores Linkedin não pára!

Desta vez, a análise efectuada procurou compreender as relações entre os nomes dos CEO, e os nomes mais populares da indústria e do país.

Os nomes CEO encontrado na rede, na ordem, são: Peter, Bob, Jack Bruce, Fred, Deborah, Sally, Debra, Cynthia, e Carolyn. Uma tendência identificada é de que os nomes dos CEO indexados para o sexo masculino tendem a ser versões curtas ou reduzidas de nomes populares. Seguramente, estes elementos verificam-se na realidade americana.

linkedin data2 Linkedin   O que diz o nosso nome profissionalmente!
Por outro lado, na ala feminina a opção foi pelo nome completo para projetar uma imagem mais profissional.

Em termos de comprimento de nome por parte da indústria, os nomes curtos de quatro letras são mais populares na área de vendas/comercial (Chip, Trey, Todd), mas não tanto em Engenharia (Rajesh, Jeremy, Andrew) ou na indústria da restauração, onde os principais nomes representados são Philippe, Thierry e Laurent.

Por país, Howard é o nome de CEO mais comum nos EUA enquanto Ray venceu no Canadá, Charles do Reino Unido, Gilles para a França, Wolfgang da Alemanha, Guido para a Itália, Xavier para a Espanha, Rajiv para a Índia, Mike na Nova Zelândia, Bruce para a Austrália e Roberto para o Brasil. Tony é o nome mais comum na Irlanda!

Naturalmente, é importante notar que estes nomes estão associados a membros que indicaram a sua posição de CEO em empresas no seu perfil do LinkedIn.

Vejam o infográfico produzido pelo Linkedin aqui.

Networking – Coerência, Organização e Reputação – Parte V

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Convicto como estou de que, uma das formas de nos diferenciarmos profissionalmente é através da formação profissional constante, fui assistir, há cerca de três meses, a uma acção de formação de Marketing Pessoal dada por uma das pessoas que considero ser um dos especialistas portugueses no assunto: Paulo Morais.

paulo morais Networking – Coerência, Organização e Reputação – Parte V

O Paulo é alguém com convicções simples, mas profundas. Participante activo de networking, presença assídua nas principais redes de social media em Portugal e autor de diversos artigos que versam sobre marketing e temas recentes, é uma pessoa que já nos habituou a duas coisas: rapidez e pertinência – está sempre muito atento ao que se passa e não se coíbe de nos dar a sua opinião sobre determinado tema. Podendo não ser consensual, é, quase sempre, actual.

Foi um dia intenso esse, o da formação, com muito dinamismo e muita partilha. De uma forma extremamente sucinta, o que o Paulo defende, é que, muito do que devemos fazer em termos de estratégia de marketing pessoal, passa por copiar aquilo que as empresas fazem (de bem) com a gestão das suas marcas. Simples? Parece, desde que tenhamos alguns pontos em consideração…

Quais são então, esses pontos, esses cuidados que devemos ter em conta? Que valores nos permitem ser mais eficazes na gestão da nossa marca e, em consequência, na gestão da nossa carreira e da nossa vida? O que o Paulo identificou como essencial para uma boa estratégia de marketing pessoal e que eu considero ser fulcral e identifico como a V acção essencial para fazermos bom networking é ter COR, ou seja:

5 – Coerência, Organização e Reputação!

Não será novidade para ninguém, especialmente nos dias difíceis que atravessamos, de que ser-se organizado é uma clara mais-valia. Contudo, para se ter COR é preciso mais do que isso: temos de ser coerentes e construir boa reputação. E não tenhamos ilusões: as três características têm de estar SEMPRE presentes. Querem exemplos?

1 – BP – Excelente COR até ao dia da tragédia, 22-04-2010. Após uma série de comunicados infelizes e tentativa de sacudir a água do capote, a BP perdeu muita da sua reputação.

bp logo oil 0 Networking – Coerência, Organização e Reputação – Parte V

2 – ENSITEL – Uma empresa Portuguesa, como a BP, com COR. Um dia decide pedir a uma ex-cliente, a quem tinha ganho um litígio no Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, para retirar os posts em que ela descrevia, de forma isenta, a sua experiência com a marca. Um exemplo muito interessante de uma empresa com boa reputação, coerente e que, por causa da sua (falta de) organização, teve um problema sério para resolver em termos de gestão de crise. Veja a peça de televisão aqui.

ensitel facebook Networking – Coerência, Organização e Reputação – Parte V

3 – Fernando Nobre – Talvez o caso mais paradigmático de todos. Primeiro porque se trata de uma pessoa e não de uma empresa/marca. Segundo, mas não menos importante, falamos de alguém que passou a sua vida ao serviço de uma causa e que, por isso mesmo, era alguém com imensa COR. Infelizmente, no dia em que decidiu candidatar-se a político, não o querendo ser (como se isso fosse possível) perdeu coerência. Vejam o antes, o antes reforçado e o após….

fernando nobre thumb Networking – Coerência, Organização e Reputação – Parte V

Actualmente, é mais fácil, graças à “pegada digital”, ser-se apanhado em incoerências ou em incongruências. A consequência, quase sempre, é perda de imagem ou de reputação.

Despeço-me com este pensamento:

Foi “um homem de grandes convicções, um homem de grande coerência”.

Manuel Alegre, a propósito de José Saramago – 19-06-2010

Até para a semana.

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Jorge Basto Sobreira

Licenciado em Ciências da Comunicação, especialista em Marketing de Serviços, tem desenvolvido trabalho em projectos multinacionais e PME’s em diversas áreas de negócio tendo ocupado lugares de direcção em empresas com gestão Portuguesa, Francesa e Alemã. Actualmente é Sales and Marketing Manager na Basepoint e consultor/formador na IncubIT. Trabalha as áreas de Comunicação, Gestão de Marketing e Vendas e Social Media.

Networking – Seja excelente em tudo o que faz – Parte IV

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A prática de networking, conforme já devem ter percebido, não é algo (pelo menos na minha interpretação) que seja susceptível de ser compartimentada apenas nas plataformas de Social Media. O networking é uma actividade que, para funcionar, deve ser transversal a tudo aquilo que fazemos. E que pode e deve ultrapassar as fronteiras do virtual.

business networking 300x199 Networking – Seja excelente em tudo o que faz – Parte IV

Há cerca de três anos reencontrei um velho amigo com quem já não estava há mais de dez anos. Conhecemo-nos nos anos 90, numa época em que a Internet em Portugal era um luxo ao alcance de apenas uns quantos privilegiados. Os cyber cafés pululavam um pouco por todo o lado. Estava na moda fazer pesquisas (na era BG – Before Google) e chat. Foi num desses cybers que conheci o meu amigo e ajudei-o a ligar-se à rede para poder dar os primeiros passos, numa altura onde as plataformas amigáveis como a do MSN eram apenas sonhos…

É verdade que foi graças a uma rede social que esse reencontro aconteceu. Descobri que nesses dez anos muito água tinha corrido debaixo da ponte: o meu amigo acabara o seu curso de Psicologia Organizacional e desenvolvia a sua carreira nessa mesma área, a das pessoas, pois claro.

Há cerca de uns meses, encontramo-nos num evento de networking (na foto é o primeiro à esquerda)..Foi uma belíssima oportunidade de falarmos um pouco, sobre o passado, mas muito mais sobre o futuro. O meu amigo, João Franqueira, apesar da promissora carreira que tinha vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, tomara a sua decisão e decidiu apostar no seu próprio projecto. Resumiu essa passagem, a do estado de trabalhador dependente para profissional independente, nesta belíssima frase que nessa noite partilhou com todos, e que hoje partilho convosco:

“Hoje, ser bom, é ser mau. A excelência é o standard mínimo. Eu era um sonhador e era infeliz; agora estou feliz”.

O pensamento debaixo da frase é este: faça o que fizer, procure sempre fazê-lo muito bem feito. Pratique activamente uma atitude de melhoria contínua. Seja apaixonado pelo que faz. Foi nesta frase, que acaba por representar uma determinada forma de estar perante a vida, as pessoas e os projectos, que encontrei o estímulo para (d)escrever a acção que hoje vos apresento:

4 – Ser bom é ser mau. Seja excelente em tudo o que faz.

Enquanto defensor da excelência, não tenho a pretensão da generalização. Qualquer pessoa tem um punhado de skills onde é mediano ou até bom, mas apenas duas ou três competências onde realmente é excelente. A mensagem que gostava que passasse é a seguinte: concentremo-nos onde sabemos que somos realmente muito bons e sejamos melhores ainda. E se conseguirmos fazer as coisas de forma apaixonada e com entusiasmo, será difícil não termos sucesso. São atitudes e formas de estar como estas que nos poderão tornar reconhecidos e associados a especialistas numa determinada área. Ao networking, como a qualquer outra actividade, faz falta valores como os que referi. Sendo uma actividade que tem muito que ver com o desenvolvimento de negócios, a potenciação de oportunidades ou a colaboração e cooperação com o objectivo de criar valor, pensar “Excelência” faz todo o sentido.

Lembre-se: “Você nunca sabe que resultados virão da sua acção. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.” – Mahatma Ghandi

Até para a semana.

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Jorge Basto Sobreira

Licenciado em Ciências da Comunicação, especialista em Marketing de Serviços, tem desenvolvido trabalho em projectos multinacionais e PME’s em diversas áreas de negócio tendo ocupado lugares de direcção em empresas com gestão Portuguesa, Francesa e Alemã. Actualmente é Sales and Marketing Manager na Basepoint e consultor/formador na IncubIT. Trabalha as áreas de Comunicação, Gestão de Marketing e Vendas e Social Media.

Networking – Não participe (apenas) em eventos; organize-os! – Parte III

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Há cerca de um ano atrás, alinhado com a estratégia pessoal que defini, associei-me a uma marca e iniciei, com a mesma e com a restante equipa e as pessoas que a gerem, a sua alavancagem. Simples.

Na altura, o que foi definido pela gestão dessa marca, foi uma estratégia que começa agora a dar os seus frutos (lembram-se do que escrevi no artigo anterior a propósito da temática semear, colher?) e que assentava, como a minha, em apenas meia dúzia de aspectos, também eles simples. Uma das linhas orientadoras da IncubIT (a marca de que falo, conforme certamente já terão adivinhado) foi dinamizar Workshops temáticos de Empreendedorismo nas Universidades. Por exemplo, Empreendedorismo e Marketing na Universidade do Minho ou Empreendedorismo e Inovação na ESEIG.

incubit 2 Networking – Não participe (apenas) em eventos; organize os! – Parte III Praticamente um ano após o início desta estratégia, começa a haver na IncubIT dificuldades de agendamento para tantas solicitações de dinamização de Workshops oriundos das diversas Universidades e Institutos um pouco por todo o País. Alguns, já vão na sua 4ª edição e os pedidos continuam a surgir. A prova de que a estratégia delineada, mostrou ser correcta.

Mas o que é que será (pergunta o admirado leitor) que a estratégia de uma marca tem a ver com uma acção que faça a diferença no networking? Simples (respondo eu). Lembrei-me que, na estratégia delineada pelo Marco Lamas, Managing Partner da IncubIT, a linha orientadora passava por, não apenas participar, mas sim organizar alguma coisa. E foi ele, que, com esta forma de abordagem ao mercado, me inspirou a partilhar a terceira acção que passo a identificar:

3 – Não participe (apenas) em eventos; organize-os!

Hoje, muitos de nós tem diversas presenças online em inúmeras plataformas. Há uma quantidade enorme de eventos que nascendo no virtual, passam ao real. Nesta passagem, há um número indeterminado de barreiras que simplesmente deixam de existir. E tendo em conta que, quer a cooperação, quer a colaboração, para além de fazerem sentido, estão na ordem do dia, poderá ser vantajoso não apenas participar mas, porque não, organizar alguns desses eventos.

networking no evento 300x200 Networking – Não participe (apenas) em eventos; organize os! – Parte III

Existe um sem número de eventos associados a networking, com diferentes objectivos. Desde jantares a business drinks, sem esquecer pequenos-almoços ou os private networking meetings. Tenho por hábito associar-me a diversos, uns apenas como espectador, outros como organizador. Dos mais conhecidos, destaco os Informal Business Drink dinamizados pela Anje e pela Câmara de Comércio Luso Britânica e os SLOW networking events, jantares bimestrais que se caracterizam por uma forte partilha, potenciação de sinergias e oportunidades, sempre com um orador conhecido a falar de um tema…. que faça sentido!

slow networking Networking – Não participe (apenas) em eventos; organize os! – Parte III

Foto: Último evento de “Slow Networking” no Porto.

Para além das diferenças óbvias entre quem participa (papel mais passivo) e quem organiza (actividade mais (pro)activa), existe um sem número de vantagens: pode capitalizar a sua “personal brand”, ajudar (dar para receber, lembra-se?) ou mesmo potenciar as marcas com que trabalhe. E creio eu que, hoje mais do que nunca, Portugal bem precisa que todos sejamos Empreendedores.

Termino com uma frase deliciosa de Sun Tzu: “As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas. “

Até para a semana.

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Licenciado em Ciências da Comunicação, especialista em Marketing de Serviços, tem desenvolvido trabalho em projectos multinacionais e PME’s em diversas áreas de negócio tendo ocupado lugares de direcção em empresas com gestão Portuguesa, Francesa e Alemã. Actualmente é Sales and Marketing Manager na Basepoint e consultor/formador na IncubIT. Trabalha as áreas de Comunicação, Gestão de Marketing e Vendas e Social Media.

Networking – Dar para Receber – Parte II

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Guest Post – Jorge Sobreira


Os princípios utilizados no networking são, basicamente, os mesmos que se utilizam nos relacionamentos comerciais entre as empresas e os seus clientes, ou até os utilizados nos relacionamentos pessoais. Assentam muito na reciprocidade e na gestão de cedências.

Conforme devem estar recordados, semana passada, partilhei a data em que, pela primeira vez, aderi à comunidade LinkedIn: 08-07-2007. Cerca de dois anos e quatro meses após essa data, mais exactamente no dia 21-11-2009, aprendi algo que faria mudar profundamente a minha estratégia de posicionamento em relação ao networking, em geral e ao LinkedIn, em particular.

A situação que despoletou essa minha mudança de estratégia e de atitude, teve a sua origem numa avaliação do meu perfil LinkedIn. Na sequência da publicação do seu livro acerca desta rede profissional, o Rui Pedro Caramez, tinha iniciado, por esta altura, uma série de avaliações gratuitas ao perfil dos utilizadores. Tendo sido um dos felizardos a ter tido esse feed-back, verifiquei que, entre várias oportunidades de melhoria, de uma forma geral, a grande mudança prendia-se com isto: o meu perfil era um perfil pouco proactivo, deficitário, incompleto e extremamente desorganizado. Ou dito de outra forma: eu tinha um perfil típico de quem quer receber, sem nada dar em troca.

giver gains Networking – Dar para Receber – Parte II

Foi nesse dia que, com uma mudança radical de estratégia e principalmente de atitude, interiorizei e implementei este princípio que agora partilho:

2 – Dê para (eventualmente) poder receber

Existe uma lenda chinesa que ilustra muito bem a necessidade de dar antes de receber.

Havia um mendigo Chinês que passava os seus dias com uma caneca a pedir arroz ou o que quer que as pessoas lhe dessem.

Um dia, o mendigo viu um grande reboliço: tratava-se de um cortejo que descia a rua, liderado pelo imperador chines Networking – Dar para Receber – Parte IIImperador que distribuía presentes aos seus súbditos. O mendigo ficou muito feliz. “Mas que grande oportunidade”, pensou. “Finalmente vou receber um presente valioso”.

Quando o Imperador se aproximou, ele estendeu a sua caneca mas, em vez de receber, o Imperador pediu-lhe um presente. O mendigo, desapontado mas, com medo que lhe cortassem a cabeça, entregou, a contra gosto, dois grãos de arroz que encontrou na sua caneca.

Após a partida do Imperador, o mendigo resmungou e passou o resto do dia a reclamar: censurando o Imperador, culpando Buda e maltratando todas as pessoas, mesmo as poucas que se aproximavam para lhe dar esmola.

Nessa noite, quando chegou ao seu pobre lar, preparando-se para fazer o balanço de um fraco dia, ele encontrou duas pepitas de ouro do tamanho semelhante aos grãos de arroz que tinha dado ao Imperador.

Moral da história?

Como em quase tudo na vida, não podemos receber, sem dar. O que é que tem em comum a actividade comercial, o processo de marketing e a agricultura? Simples: para colher, é preciso semear.

Despeço-me partilhando um vídeo do Zig Ziglar que considero particularmente inspirador.Podem vê-lo aqui.

Até para a semana.

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Entrevista sobre 3º Digital Media Seminar Barcelona 2011

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 Entrevista sobre 3º Digital Media Seminar Barcelona 2011
Esta semana, conversamos com Guilherme Piazzalunga da Icon Events sobre um dos grandes eventos do ano dedicado ao Digital Media.

LP: O que é o 3º Digital Media Seminar Barcelona 2011?

GP: O “Digital Media Seminar Barcelona” é um seminário internacional, criado pela empresa – a Icon Events International, que tem como objetivo discutir os os temas mais atuais em termos de mídia digital como redes sociais, marketing mobile, “branding” online, etc.

LP: Qual o grande tema em destaque nessa edição?

GP: O tema em destaque dessa edição é uso de redes sociais (ex: Twitter, Facebook, Linkedin, etc.) dentro do ambiente corporativo.

LP: Qual o nível de participação das edições anteriores?

GP: As duas edições de anteriores foram de muito sucesso (2009; 2010). Tivemos a presença de inúmeros tomadores de decisão de algumas da maiores empresas do planeta, provenientes de diferentes partes da Europa e até mesmo de fora do continente, assim como representantes de agências de marketing que atuam internacionalmente.

LP: Qual o ambiente que podemos encontrar no evento? Que pessoas irão ?

GP: No evento, procuramos criar um ambiente interactivo, com um número limitado de participantes (cerca de 50-60 profissionais) onde a intenção é criar a plataforma ideal para que todos os profissionais presentes possam, além de assistir as apresentações, que sem dúvida serão de altíssimo nível, também tenham a possibilidade de trocar informações e experiências com os outros participantes, estabeleçam networking, etc. Buscamos bastante a participação durante as apresentações de nossos oradores, estimulando todo o tipo de discussão que possa ser relevante aos tópicos discutidos durante o evento. Como comentado na resposta anterior, o nosso público alvo são managers/directores de empresas e agências de marketing que atuam internacionalmente.

LP: Quais os oradores convidados para este ano?

GP: Este ano, teremos a presença de profissionais de alto reconhecimento internacional, oriundos de empresas multinacionais líderes em seus sectores, assim como alguns “gurus” do meio Digital. Confirmados até o momento:

Media Futurist – Gerd Leonhard (CEO) – considerado pelo “Wall Street Journal” como um dos principais líderes futuristas de mídia do mundo.

Tiffany St James (Event Chairman) – Responsável por toda a mídia do Governo Britânico

Pepsi – Bonin Bough – Global Director of Social & Digital Media

Google – Tomas Serval – Director in Media & Platforms SEEMEA

IBM – Delphine Remy Boutang – Worlwide Head of Social Media Marketing

Mobile Marketing Association - Paul Berney – Chairman

Microsoft - Ashley Highfield – MD & VP Consumer & Online UK

Coca-Cola – TBC - EMEA Head of Mobile Interactive Marketing

BNP Paribas - Frank Desvignes - Director Internet & Mobile, French Retail Banking

Unilever – Asad Rehman - Global Communication Planning Director

Estamos ainda aguardando a confirmação de um representante do Facebook.

LP: Explique porque devem os nossos leitores participar neste evento?

GP: Trata-se de uma excelente oportunidade de aprender sobre temas extremamente atuais com alguns dos melhores profissionais do mercado, além de estabelecer networkings com profissionais de diferentes partes do globo. Estamos inclusive esperando a confirmação de profissionais da América do Sul, Oriente Médio, Ásia, etc. Sem dúvida nao existe evento de mesmo nível e perfil na parte sul da Europa.

Web do evento www.digitalmedia.iconeventsinternational.com

Mais informações e inscrições: will@iconeventsinternational.com

Guilherme Piazzalunga é formado eGuilherme Piazzalunga Entrevista sobre 3º Digital Media Seminar Barcelona 2011m Relações Públicas pela Universidade Estadual de Londrina (Brasil) com mestrado em Tourism Management pela Euroaula – Escula de Turismo (Barcelona – Espanha). Tendo trabalhado com organização de eventos por mais de 10 anos, Guilherme é responsável pela produção e organização de eventos corporativos na Icon desde o final de 2007.

Networking – as 6 acções que fazem a diferença – PARTE I

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Guest Post – Jorge Sobreira

Esta foi a mensagem que recebi no meu mail, em 08-07-2007 quando me juntei à comunidade LinkedIn:

“Thank you for using LinkedIn! You have joined over 11 million professionals using LinkedIn to stay connected and reach new people through trusted referrals.
The average LinkedIn user knows 15 to 20 people who are already LinkedIn — you probably do, too.

Get back in touch with them and invite your current contacts, and LinkedIn will give you easy access to the people they know, to help you with day-to-day business, or with your next job search.”

No passado dia 22 de Março, o LinkedIn, através de Jeff Weiner anunciou o seu utilizador 100 milhões – desde que me inscrevi, até agora, ou seja, em 3 anos e 8 meses, a diferença representa um crescimento de “apenas” 809%! Quando este artigo for publicado, o LinkedIn já terá mais 5 milhões de utilizadores. Impressionante!

weiner linkedin Networking – as 6 acções que fazem a diferença   PARTE IFoto: Dave Getzschman

Sendo esta estatística claramente indicadora do sucesso desta rede, que soluções é que podemos adoptar para apresentar vantagens face aos outros 100 milhões? E, para além disso, será que existem formas de conseguir ultrapassar as potencialidades que o LinkedIn nos oferece, conseguindo mais resultados?

Há dias, num Workshop dinamizado pela Maria Vieira, profissional e pessoa que muito estimo pelas metodologias dinâmicas que utiliza(amos) e pela partilha de experiências práticas, guardei uma frase que ela disse: “Se trabalharmos os clientes que temos, estamos sentados em cima de uma mina de ouro”. Apesar da frase ter sido utilizada num workshop com um público alvo de pessoas ligadas ao marketing e às vendas de TIC, a verdade é que ela é perfeitamente aplicável na actividade de Networking. E foi assim que me inspirei, para caracterizar a primeira das seis acções, que fazem a diferença em networking.

linkedin contatos networking Networking – as 6 acções que fazem a diferença   PARTE I

1 – Trabalhe bem (com) os seus contactos

A actvidade de networking não nasceu hoje. Os nossos antepassados, para caçarem animais de toneladas, percebendo que sozinhos não o conseguiam fazer, trabalhavam em grupo. Actualmente, a única coisa que mudou foram as armas. Hoje, temos toda uma série de ferramentas, entre as quais o LinkedIn que nos permitem “caçar”. Pense no networking como uma actividade que lhe permitirá alavancar os seus sucessos profissionais, descobrir novas soluções ou encontrar novas oportunidades numa equipa de aproximadamente 7.000.000.000 de pessoas! Basta trabalhar bem (com) os seus contactos.

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2 Biliões de Pesquisas de Utilizadores por mês no Linkedin

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Esta semana, foi lançado mais um infográfico sobre o Linkedin pela Online Media.

Há muitos dados interessantes para quem acompanha a evolução desta rede profissional.

linkedin infografico 2 Biliões de Pesquisas de Utilizadores por mês no Linkedin

Linkedin – Utilizador 100 milhões

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O Linkedin através de Jeff Weiner anunciou o seu utilizador 100 milhões.

De acordo com Jeff, a Linkedin está a crescer à média de 1 milhão de utilizadores por semana.

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Dois colaboradores da Linkedin, publicaram algumas estatísticas interessantes.

 Linkedin   Utilizador 100 milhões

Dados sobre o Linkedin

 Linkedin   Utilizador 100 milhões

 Linkedin   Utilizador 100 milhões Linkedin   Utilizador 100 milhões

 Linkedin   Utilizador 100 milhões

Segundo alguns dados publicados no blogue do LinkedIn, o Brasil surge como o mercado de maior crescimento no uso da rede: o número de membros aumentou 428% entre 2009 e 2010, mais que México (178%), Índia (76%) e França (72%). Convém lembrar que no ano passado a plataforma passou a estar disponível em português.

As estatísticas divulgadas mostram também que a maior parte dos acessos ocorre durante o horário de trabalho (das 9h às 17h). O indicador das visualizações via aparelhos móveis ocorre entre 17h e 20h.

A LinkedIn tem mais membros de fora dos EUA (56 milhões). Os setores mais representados na rede são serviços (20% dos perfis), tecnologia (9%) e finanças (9%).

Fontes

Classe de 2011 – Redes Sociais

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A Flowtown apresenta-nos a classe de 2011! Se as redes sociais estivessem na escola, este seria o seu “Yearbook”.

Fonte original: http://www.flowtown.com/blog/class-of-2011-if-social-media-were-a-high-school

 Classe de 2011   Redes Sociais

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