Apresentações

Apresentação do Linkedin Online Training Center 2012

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Primeiras datas:
Curso Perfil LInkedin 6/7 e 13/14 Fevereiro – 16h10/17h40
Cursos Linkedin Empresas – 6/7 e 13/14 Fevereiro – 14h30 às 16h00
Mais informações: info@linkedportugal.com

Recomendações para a criação de uma Política de Utilização Linkedin na Empresa – parte 1

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Atualmente, uma das maiores preocupações reveladas pelas empresas é a abertura livre e sem regras de vários canais de comunicação online pelos colaboradores, através dos seus perfis individuais em redes sociais. Esta situação já perfeitamente enraizada na vida de todas pessoas, pode antever sérios problemas de confidencialidade, violação do segredo profissional e de propriedade inteletual das empresas.

socialmedia Recomendações para a criação de uma Política de Utilização Linkedin na Empresa   parte 1

Muitos dos colaboradores já têm perfil no Linkedin ou em outras redes sociais antes de integrarem a empresa. Mas será muito importante reforçar as linhas orientadores para a boa convivência digital, sem pôr em causa o posto de trabalho.

O foco deste artigo está relacionado com a rede Linkedin embora algumas das recomendações possam ser extensivas a outras redes.

Muitas das empresas não quiseram olhar esta questão de frente. Assim, grande parte delas, simplesmente baniu / bloqueou o acesso às redes sociais na rede da empresa.

Por outro lado, começam a entender que este canal de comunicação é demasiado relevante para alavancar novos negócios mas também compreendem que a proibição não será por si só benéfica para a disciplina dos seus colaboradores no uso correto destas plataformas em horários dentro e fora do local de trabalho.

As empresas utilizam sistemas de monitorização desta atividade e não conseguem simplesmente dar aos colaboradores alguma liberdade para exercer o senso comum. E não podem, com toda a justiça, culpá-los por violar regras que não existem oficialmente. Embora, seja de acordo que algumas regras básicas do código de ética do colaborador também se aplicam ao domínio online.

As empresas precisam de uma política de utilização do Linkedin que explicitamente defina o que é e não é permitido, tanto na rede da empresa e fora dela,  quando e em que situações se apresentam como representantes da empresa. De acordo com alguns estudos recolhidos pela web, grande parte das empresas ainda não tem uma política escrita de utilização das redes sociais bem como são ainda mais escassas as empresas que oferecem formação sobre redes sociais aos seus colaboradores.

 

social media strategy dilbert 300x93 Recomendações para a criação de uma Política de Utilização Linkedin na Empresa   parte 1

Se as empresas decidirem tomar o caminho mais “fácil” para fora e apenas bloquearem redes como o Linkedin na firewall da empresa, devem lembrar-se que os colaboradores estão a atualizar as suas redes a partir de casa e que podem afetar severamente a reputação da própria empresa. Então, sugerimos a definição precisa de uma política de utilização do Linkedin.

Este artigo irá dar algumas dicas sobre o que deve ter esta política de utilização. Publicaremos a continuação deste artigo brevemente.

 

Fatos Linkedin 2011

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InfograficosN7 Fatos Linkedin 2011

Linkedin & Non Profit Organizations 2011

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InfograficosN5final NPO 164x1024 Linkedin & Non Profit Organizations 2011

Infográfico: Linkedin – Perfil do Utilizador Português 2011

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Esta semana, produzimos um infográfico sobre o Perfil do Utilizador Português no Linkedin. Os resultados fazem o retrato da utilização desta plataforma por partes dos portugueses. Nas próximas semanas, vamos trazer outras realidades lusófonas.

InfograficosN2final 263x1024 Infográfico: Linkedin   Perfil do Utilizador Português 2011

Infográfico Linkedin em Português 2011

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LinkPort infoN1 up4 387x1023 Infográfico Linkedin em Português 2011

7 Benefícios Linkedin para Estudantes Universitários

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Recentemente, o Linkedin lançou um portal de empregos para estudantes e recém-licenciados proporcionando fácil acesso  a ofertas de empregos e estágios em algumas das melhores empresas do mundo.  http://www.linkedin.com/studentjobs


linkedin student 7 Benefícios Linkedin para Estudantes Universitários
As esperanças do portal são para ajudar os estudantes a contactarem com profissionais na sua área de especialidade e ajudarem-nos a encontrar os seus projectos ideais. Algumas das características incluem:

- Recomendação de empregos com base na educação e interesses do candidato;
- Cria uma rede em torno do utilizador,  adicionando pessoas que podem proporcionar insights sobre oportunidades, ou que podem até mesmo ajudá-lo a conseguir emprego.
- Usuário pode pesquisar empresas que esteja interessado.

Considerando os excelentes benefícios que a ligação com os profissionais no LinkedIn pode trazer, os estudantes universitários não podem ignorar essa plataforma de rede social ou deixá-la para a fase de início da sua carreira profissional.

Na verdade, a criação de uma rede de contactos no LinkedIn deve começar o mais cedo possível! O LinkedIn pode ajudá-lo a encontrar o seu próximo emprego!

students college 7 Benefícios Linkedin para Estudantes Universitários

Apresentamos algumas dicas importantes sobre como é que os estudantes universitários podem usar o LinkedIn e como podem colher o máximo de benefícios através da ligação a outros profissionais nesta rede.

1. Conectando-se com profissionais da sua futura área de especialidade

Na verdade, pode encontrar todo o tipos de pessoas ligadas ao seu futuro meio profissional. A sua abordagem inicial é determinante para ser aceite junto desse grupo tão importante.

2. Obter alertas sobre Propostas de Trabalho

Depois de ter criado o seu perfil profissional no LinkedIn, pode configurar alertas de e-mail para receber notificações de postos de trabalho nas suas áreas de interesse (tanto geográfica mas acima de tudo da sua área de especialidade). Os alunos e candidatos serão capazes de ver as notificações na sua página inicial do Linkedin.

3. Pesquisar e fazer prospecção de Empresas

Um dos maiores benefícios que o LinkedIn oferece aos estudantes universitários é a possibilidade de visualizar páginas dos seus potenciais empregadores. Ao visitar as páginas da empresa, pode conduzir uma pesquisa sobre a empresa, o processo de contratação e o que as pessoas têm a dizer sobre essa organização. Esse tipo de pesquisa, pode sempre reforçar o posicionamento do estudante, aumentando os seus índices de empregabilidade.

4. Obter Recomendações

O LinkedIn também oferece um recurso através do qual pode obter recomendações de outras pessoas. Professores, colegas ou outro tipo de pessoas são os mais prováveis utilizadores para solicitar recomendações. Desta forma, os estudantes universitários podem tentar obter o maior número possível de recomendações para aumentar os seus índices de empregabilidade.

5. Empresas procuram Candidatos

Hoje, um grande número de organizações procuram candidatos talentosos em plataformas de redes sociais como LinkedIn. Se tiver criado um perfil profissional, de forma detalhada, as probabilidades de ser contactado são grandes. Mas tem que apostar na sua proactividade, interagindo na rede Linkedin.

6. Conectando-se com outros estudantes

Os estudantes universitários também podem usar o LinkedIn para conectar-se com outros estudantes. Este tipo de rede dá-lhe uma excelente oportunidade para descobrir como outros estudantes encontraram emprego ou foram encontrados por um empregador.

7. Empregos

Bem, o LinkedIn é uma plataforma imensa com mais de 100 milhões de utilizadores. Se está interessado em trabalhos internacionais, pode obter muitas novidades por aqui. A possibilidade de se conectar com grandes empregadores internacionais e encontrar empregos em países estrangeiros é facilitada. Não perca esta oportunidade!

8º Aniversário do Linkedin

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Ontem, foi dia de aniversário do Linkedin. Faz 8 anos que o Linkedin arrancou live!! Andei à procura de uns infográficos para ilustrar este acontecimento importante na vida de qualquer organização.

a look at linkedin on its 8th birthday o 8º Aniversário do LinkedinChris Saccheri publicou no blogue oficial do Linkedin, um artigo para invocar esta data comemorativa. Neste texto, podemos ler e visualizar o crescimento incrível desta plataforma. Além das profundas mudanças que o Linkedin conheceu, podem ver muitas fotos dos momentos mais marcantes nos últimos anos com destaque especial para o dia em que entrou o utilizador 100 milhões.

Networking – Tenha um Plano – Parte VI

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Ao longo dos últimos artigos, o que venho defendendo é a existência de uma estratégia. Para as organizações, para as pessoas ou, no caso específico, para se fazer networking. É preciso haver planificação e esta tem de ser efectuada com uma previsão eficaz e calculista aliada a uma flexibilidade face ao inesperado e ao imprevisível.

estrategia Networking – Tenha um Plano – Parte VI

Hoje vivemos tempos de mudança acelerada. A imprevisibilidade está aí e veio para ficar. E a prova de que, mesmo tendo uma estratégia, as coisas podem não correr bem, está bem patente no meu último artigo.

“(…) poucas – ou nenhumas – estratégias são puramente deliberadas, assim como poucas são totalmente emergentes. Uma significa aprendizagem zero, a outra significa controle zero.”

Mintzberg, 2001

Na essência, o que devemos retirar das palavras de Mintzberg é o seguinte: as estratégias raramente seguem o plano original e, dificilmente aparecem do vazio. Qualquer plano estratégico tem de ser constantemente monitorizado, flexível e criativo o suficiente para responder de forma permanente a todos os riscos e oportunidades eventuais criados por qualquer alteração, seja interna, seja externa. Mesmo assim, e conforme a história prova, existem milhares de estratégias que falham. Umas por falta de bom senso, outras porque a estratégia não contemplava variáveis importantes e outras porque não foi tido em conta o plano B.

Para partilhar com os leitores do linkedportugal a última acção que faz a diferença para se fazer bom networking, fui inspirar-me nas palavras de um engenheiro aeroespacial muito conhecido.

6 –Tenha um plano!

Sempre que me lembro do plano, vem-me à memória a imagem de Edward Aloysius Murphy, Jr. responsável por, entre outras coisas, a lei de Murphy. Em síntese, o que ele refere é que, “se algo pode correr mal, então algo vai correr mal, e será no pior momento possível”.

estrategia 1 Networking – Tenha um Plano – Parte VI

Sou um optimista convicto. Defendo que, mesmo entre dois males, a ter de escolher, que se escolha o menor. É preferível escolher a apenas criticar, sem apresentar soluções. Daí a necessidade de se ter um plano. Se o plano deve existir quando tudo corre bem, ele é imprescindível nas alturas em que tudo corre mal. Dou dois exemplos. Um aqui e o outro aqui. E, se estivermos a falar de Social Media, onde a rapidez de proliferação é ainda mais rápida, a existência do mesmo faz todo o sentido.

networking pessoas Networking – Tenha um Plano – Parte VI

Existe contudo um aspecto que deve estar sempre presente. É extremamente importante. O networking é uma actividade que envolve PESSOAS. E, para pessoas, lamentavelmente, não existe manual. Isto significa que, mesmo tendo em linha de conta todas as acções que fui identificando ao longo das últimas semanas segui-las e implementá-las, não garantem sucesso. Mas ajuda.

Até à próxima. Bom networking.

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Networking – as 6 acções que fazem a diferença – PARTE I

Jorge Basto Sobreira

Licenciado em Ciências da Comunicação, especialista em Marketing de Serviços, tem desenvolvido trabalho em projectos multinacionais e PME’s em diversas áreas de negócio tendo ocupado lugares de direcção em empresas com gestão Portuguesa, Francesa e Alemã. Actualmente é Sales and Marketing Manager na Basepoint e consultor/formador na IncubIT. Trabalha as áreas de Comunicação, Gestão de Marketing e Vendas e Social Media.

Networking – Seja excelente em tudo o que faz – Parte IV

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A prática de networking, conforme já devem ter percebido, não é algo (pelo menos na minha interpretação) que seja susceptível de ser compartimentada apenas nas plataformas de Social Media. O networking é uma actividade que, para funcionar, deve ser transversal a tudo aquilo que fazemos. E que pode e deve ultrapassar as fronteiras do virtual.

business networking 300x199 Networking – Seja excelente em tudo o que faz – Parte IV

Há cerca de três anos reencontrei um velho amigo com quem já não estava há mais de dez anos. Conhecemo-nos nos anos 90, numa época em que a Internet em Portugal era um luxo ao alcance de apenas uns quantos privilegiados. Os cyber cafés pululavam um pouco por todo o lado. Estava na moda fazer pesquisas (na era BG – Before Google) e chat. Foi num desses cybers que conheci o meu amigo e ajudei-o a ligar-se à rede para poder dar os primeiros passos, numa altura onde as plataformas amigáveis como a do MSN eram apenas sonhos…

É verdade que foi graças a uma rede social que esse reencontro aconteceu. Descobri que nesses dez anos muito água tinha corrido debaixo da ponte: o meu amigo acabara o seu curso de Psicologia Organizacional e desenvolvia a sua carreira nessa mesma área, a das pessoas, pois claro.

Há cerca de uns meses, encontramo-nos num evento de networking (na foto é o primeiro à esquerda)..Foi uma belíssima oportunidade de falarmos um pouco, sobre o passado, mas muito mais sobre o futuro. O meu amigo, João Franqueira, apesar da promissora carreira que tinha vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, tomara a sua decisão e decidiu apostar no seu próprio projecto. Resumiu essa passagem, a do estado de trabalhador dependente para profissional independente, nesta belíssima frase que nessa noite partilhou com todos, e que hoje partilho convosco:

“Hoje, ser bom, é ser mau. A excelência é o standard mínimo. Eu era um sonhador e era infeliz; agora estou feliz”.

O pensamento debaixo da frase é este: faça o que fizer, procure sempre fazê-lo muito bem feito. Pratique activamente uma atitude de melhoria contínua. Seja apaixonado pelo que faz. Foi nesta frase, que acaba por representar uma determinada forma de estar perante a vida, as pessoas e os projectos, que encontrei o estímulo para (d)escrever a acção que hoje vos apresento:

4 – Ser bom é ser mau. Seja excelente em tudo o que faz.

Enquanto defensor da excelência, não tenho a pretensão da generalização. Qualquer pessoa tem um punhado de skills onde é mediano ou até bom, mas apenas duas ou três competências onde realmente é excelente. A mensagem que gostava que passasse é a seguinte: concentremo-nos onde sabemos que somos realmente muito bons e sejamos melhores ainda. E se conseguirmos fazer as coisas de forma apaixonada e com entusiasmo, será difícil não termos sucesso. São atitudes e formas de estar como estas que nos poderão tornar reconhecidos e associados a especialistas numa determinada área. Ao networking, como a qualquer outra actividade, faz falta valores como os que referi. Sendo uma actividade que tem muito que ver com o desenvolvimento de negócios, a potenciação de oportunidades ou a colaboração e cooperação com o objectivo de criar valor, pensar “Excelência” faz todo o sentido.

Lembre-se: “Você nunca sabe que resultados virão da sua acção. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.” – Mahatma Ghandi

Até para a semana.

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Licenciado em Ciências da Comunicação, especialista em Marketing de Serviços, tem desenvolvido trabalho em projectos multinacionais e PME’s em diversas áreas de negócio tendo ocupado lugares de direcção em empresas com gestão Portuguesa, Francesa e Alemã. Actualmente é Sales and Marketing Manager na Basepoint e consultor/formador na IncubIT. Trabalha as áreas de Comunicação, Gestão de Marketing e Vendas e Social Media.

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