Recomendações para a criação de uma Política de Utilização Linkedin na Empresa – parte 1

Atualmente, uma das maiores preocupações reveladas pelas empresas é a abertura livre e sem regras de vários canais de comunicação online pelos colaboradores, através dos seus perfis individuais em redes sociais. Esta situação já perfeitamente enraizada na vida de todas pessoas, pode antever sérios problemas de confidencialidade, violação do segredo profissional e de propriedade inteletual das empresas.



Muitos dos colaboradores já têm perfil no Linkedin ou em outras redes sociais antes de integrarem a empresa. Mas será muito importante reforçar as linhas orientadores para a boa convivência digital, sem pôr em causa o posto de trabalho.

O foco deste artigo está relacionado com a rede Linkedin embora algumas das recomendações possam ser extensivas a outras redes.

Muitas das empresas não quiseram olhar esta questão de frente. Assim, grande parte delas, simplesmente baniu / bloqueou o acesso às redes sociais na rede da empresa.

Por outro lado, começam a entender que este canal de comunicação é demasiado relevante para alavancar novos negócios mas também compreendem que a proibição não será por si só benéfica para a disciplina dos seus colaboradores no uso correto destas plataformas em horários dentro e fora do local de trabalho.

As empresas utilizam sistemas de monitorização desta atividade e não conseguem simplesmente dar aos colaboradores alguma liberdade para exercer o senso comum. E não podem, com toda a justiça, culpá-los por violar regras que não existem oficialmente. Embora, seja de acordo que algumas regras básicas do código de ética do colaborador também se aplicam ao domínio online.

As empresas precisam de uma política de utilização do Linkedin que explicitamente defina o que é e não é permitido, tanto na rede da empresa e fora dela,  quando e em que situações se apresentam como representantes da empresa. De acordo com alguns estudos recolhidos pela web, grande parte das empresas ainda não tem uma política escrita de utilização das redes sociais bem como são ainda mais escassas as empresas que oferecem formação sobre redes sociais aos seus colaboradores.

 



Se as empresas decidirem tomar o caminho mais “fácil” para fora e apenas bloquearem redes como o Linkedin na firewall da empresa, devem lembrar-se que os colaboradores estão a atualizar as suas redes a partir de casa e que podem afetar severamente a reputação da própria empresa. Então, sugerimos a definição precisa de uma política de utilização do Linkedin.

Este artigo irá dar algumas dicas sobre o que deve ter esta política de utilização. Publicaremos a continuação deste artigo brevemente.

 

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